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Cronologia da Região de Produção

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1675 - A designação "Vinho do Porto" surge pela primeira vez em documentação relativa à exportação de vinho para a Holanda.
1703 - Tratado de Methuen, entre Portugal e Inglaterra, concede direitos preferenciais aos vinhos portugueses.
Séc. 18, meados - Reestruturação dos vinhedos, ocupando-se cada vez mais a zona do Cima Corgo, onde o vinho obtido era mais do gosto britânico.
Transformação da paisagem, que se submete à vinha, a qual passa a dominar a região.
O clima de euforia degenera em adulteração e no caos comercial, verificando-se ainda uma crise de superprodução; a solução para o equilibrio da região é encontrada pelo biscaínho Bartolomeu Pancorbo e pelos durienses Luís Beleza de Andrade e frei João de Mansilha, que propõem ao primeiro-ministro, Sebastião de Carvalho e Melo, o futuro Marquês de Pombal, a instituição da Companhia Geral da agricultura das Vinhas do Alto Douro.

 


1756, 10 Setembro - Alvará régio instituiu a Companhia, com o objectivo de garantir a qualidade do produto, fixar os preços e estabelecer a demarcação da região vinhateira, que se estendia a poente do rio Corgo, até Barqueioros, na margem direita do rio Douro, e na margem esquerda deste entre Penajoia e Parada do Bispo, polarizando-se em torno da linha de Lobrigos / Régua / Cambres, os centros de maior produção.
1757 - Colocação de 201 marcos de feitoria, para perpetuar esta primeira demarcação.
1761 - Nova demarcação da região, colocando-se mais 134 marcos.
1792 - A abertura do cachão da Valeira intensifica as relações para o Douro Superior, embora a expansão dos vinhedos só se verifique no séc. 19.
1834, 30 Maio - D. Pedro transforma a Companhia numa mera empresa comercial.
A inexistência de organismos superintendentes levou à proliferação os vinhos do Porto adulterados que, conjugado com a perturbação do mercado inglês e a abertura da barra do Douro a todos os vinhos, mergulha o sector numa crise profunda.
1838 - Reabilitação da Companhia e criação dos portos do Douro exclusivamente para o vinho duriense.
1850 - Proliferação da maromba, mal negro ou gamosa.
1852 - Grande prejuízo na cultura da vinha na área do Baixo e Cima Corgo provocada pelo oídio.
1863 - A partir - devastação dos vinhedos pela filoxera.
1893 - Surto de míldio na vinha.
1907 - Nova demarcação da região de produção do vinho do Porto, que passa a incluir o Douro Superior até à fronteira com Espanha.

 

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